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Por Rogaciano Medeiros 

 

VOLTAS RÁPIDAS
A terra é redonda, dá voltas cada vez mais rápidas e a extrema direita nativa, terraplanista, está comprovando agora. Enquanto Lula brilhava na Ásia, se encontrava duas vezes com o imperador japonês, o que é raro, e abria o mercado do Vietnam para a carne e aviões brasileiros, Bolsonaro e auxiliares se tornavam réus por tentativa de golpe de Estado, fato inédito no Brasil.
 


RESPALDA, CLARO
Pesquisa Ipespe diz que 66% dos brasileiros acreditam que Bolsonaro será condenado. Embora o STF não deva agir conforme a opinião pública, mas sim pelo que manda a Constituição, evidentemente que percentual tão expressivo - dois terços do universo pesquisado - deixa os ministros ainda mais confortáveis para aplicar a lei, exemplarmente, contra os golpistas.

 

 

SUPREMO PODER
O sólido apoio popular à condenação e prisão de todos que conspiraram contra a democracia, principalmente Bolsonaro, somado à firmeza do STF na condução do julgamento, além de sepultar o criminoso projeto de anistia para os golpistas também afasta qualquer possibilidade de êxito na manobra da extrema direita para limitar os poderes do Supremo.

 

 

CONTRA-HEGEMÔNICO
Tem razão Celso Amorim, assessor de assuntos externos de Lula, ao dizer que o Brics não é contra o Ocidente. Afinal, o problema não é geográfico. Porém, o bloco foi criado como alternativa geopolítica contra-hegemônica aos EUA e UE, tem se firmado como maior polo global de enfrentamento ao imperialismo e desta premissa não pode abrir mão.


 
ANTI-IMPERIALISTA
Com a escalada mundial da extrema direita fascinazista, movida pela lei do mais forte, o Brics representa a saída para as nações que buscam fugir da submissão ao império - EUA e UE - para se desenvolver com independência. O objetivo maior do bloco é a construção de um mundo multipolar, com pleno respeito à autodeterminação dos povos. Traduzindo: anti-imperialismo.


 

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