Indefinição sobre área-meio na Bahia agrava a ansiedade

Os cerca de 850 trabalhadores da área-meio da Caixa enfrentam sérias dificuldades há quase quatro meses, após o TCU (Tribunal de Contas da União) ter imposto um embargo que impede a instalação do novo local de trabalho. Desde o início de dezembro, quando haveria a mudança para um novo prédio em Salvador, os empregados permanecem desalojados.

Por Fabiana Pacheco

Os cerca de 850 trabalhadores da área-meio da Caixa enfrentam sérias dificuldades há quase quatro meses, após o TCU (Tribunal de Contas da União) ter imposto um embargo que impede a instalação do novo local de trabalho. Desde o início de dezembro, quando haveria a mudança para um novo prédio em Salvador, os empregados permanecem desalojados.

 

 

Sem um espaço de trabalho, muitos seguem aguardando orientações do banco, sem saber como prosseguir em meio à indefinição. Aqueles com maiores dificuldades para se adaptar ao teletrabalho estão temporariamente em outras unidades, mas continuam sem uma estrutura mínima e com pouca orientação formal, comprometendo ainda mais a qualidade das funções.

 

 

Vale lembrar que o embargo do TCU pegou todos de surpresa e agora gera um clima de frustração e incerteza. Historicamente, a área administrativa da Caixa sempre foi localizada em Salvador e a transferência para Lauro de Freitas, tem causado inúmeros transtornos, conforme já a serem noticiou várias vezes O Bancário.

 

 

O retorno à capital, portanto, era uma reivindicação legítima e aguardada com ansiedade. Contudo, a mudança foi abruptamente interrompida pelo embargo, deixando todos em uma situação ainda mais caótica e sem previsão de solução. O Sindicato estuda possíveis medidas a serem tomadas.