Aumenta a pressão por melhorias no Saúde Caixa

A mobilização nacional acontece desde fevereiro e cobra, sobretudo o fim do teto de custeio da estatal com a saúde dos empregados, para que seja cumprido efetivamente o estabelecido pelo ACT. O Acordo Coletivo de Trabalho prevê que o banco arque com 70% dos custos do Saúde Caixa e os trabalhadores, 30%. Mas, atualmente, os usuários pagam quase 50%. 

Por Angélica Alves

A campanha Queremos Saúde, Caixa está a todo vapor. Mais de 24 mil empregados aderiram ao abaixo-assinado que cobra atenção aos problemas que afetam a assistência médica dos trabalhadores da ativa e aposentados. 


A mobilização nacional acontece desde fevereiro e cobra, sobretudo o fim do teto de custeio da estatal com a saúde dos empregados, para que seja cumprido efetivamente o estabelecido pelo ACT. O Acordo Coletivo de Trabalho prevê que o banco arque com 70% dos custos do Saúde Caixa e os trabalhadores, 30%. Mas, atualmente, os usuários pagam quase 50%. 


A lista de problemas é grande. A campanha reivindica ainda melhoria no atendimento do plano de saúde, um canal de comunicação eficiente, a reimplantação efetiva da GIPES (Gerencias de Filiais de Gestão de Pessoas) e da REPES (Representação da Gestão de Pessoas) em todas as regiões.


Importante lembrar que o Saúde Caixa é uma das maiores conquistas dos empregados. Em 2023, a assistência médica atendia 284.481 beneficiários, conforme o Relatório de Administração do banco. 


Abaixo-assinado
Os empregados ainda podem participar da mobilização. Basta acessar o link https://www.change.org/p/sa%C3%BAde-caixa-300-mil-vidas-pedem-aten%C3%A7%C3%A3o e preencher os dados (nome, sobrenome e e-mail). (AA)