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No Itaú, debate sobre emprego bancário e saúde

Postado: 27/05/2019 - 13:51

Os representantes dos funcionários do Itaú estão preocupados após anúncio do fechamento de 400 agências pelo país. Por conta disto, cobraram posicionamento do banco, que garantiu que não é verdade e ainda manteve os dados passados no último encontro. 

Foram fechadas 86 agências no Brasil, atingindo 501 bancários, sendo que 460 trabalhadores foram realocados e 41 demitidos. Ao serem questionados sobre garantia de emprego, os representantes do banco informaram que 94% dos empregados foram realocados e que não pretende demiti-los.

Na reunião da quinta-feira passada (23/05), o Grupo de Trabalho de Saúde retomou as discussões. A cláusula 29, que é a complementação do auxílio doença previdenciário e o auxílio acidentário, foi o primeiro assunto debatido. A principal reivindicação é que os afastados possam pagar a dívida de forma parcelada.

O movimento sindical considerou a proposta do banco insuficiente, pois não funcionará para todos os bancários. Pela metodologia apresentada pelo Itaú, a dívida da complementação seria retirada da conta do trabalhador em até três vezes, se não tiver o valor todo disponível. Os representantes dos funcionários querem que o débito seja parcelado. 

Foram apresentados aos empregados o programa de acompanhamento dos licenciados, ação conduzida por assistentes sociais que fica dentro do Fique OK, e o de avaliação clínica complementar. Para agilizar o processo, quem possui atestado de afastamento acima de quatro dias deve se apresentar.

A volta das negociações do programa de readaptação do Itaú também esteve em pauta. Além disso, os bancários cobraram solução para os problemas na entrega dos documentos do afastamento e a definição de calendário para as reuniões do GT.